Começaram onze mas rapidamente ficaram, apenas, dez leões dentro do relvado do Estádio do Dragão para discutir o jogo com o campeão nacional.  

Mesmo assim, depois de um penálti revertido, um cartão amarelo trocado, uma expulsão, uma lesão e um golo (bem) anulado, o Club Sport Marítimo teve forças para manter a sua baliza inviolada até ao intervalo.  

Durou mais de 50 minutos a lição de organização defensiva, vontade e muito querer da formação insular que só tombou com uma grande penalidade assinalada por mão de João Gamboa, num remate muito à queima-roupa.  

Alex Teles  (57’), Éder Militão (72’) e Brahimi (89’) fizeram os golos do triunfo portista, num jogo que bem cedo ficou sem história.  

Não existem vitórias morais, mas, numa aventura tão difícil como dobrar o cabo das tormentas, a formação orientada por Petit mostrou carácter e organização para, até final, levar a nau a bom porto.  

FC Porto: Casillas, Éder Militão, Pepe (Manafá, 46), Felipe e Alex Telles, Danilo Pereira, Herrera (Óliver Torres, 78’) e Otávio (Brahimi, 70’), Corona, Soares e Marega;  

Suplentes: Vaná, Maxi Pereira, Ádrian López e Fernando Andrade;  

MARÍTIMO: Charles, Nanú, Douglas Grolli, Lucas Áfrico, e China; René Santos (Jean Cléber, 46’), João Gamboa e Pedro Pelágio (Jorge Correa, 65’); Fabrício, Getterson e Barrera (Rodrigo Pinho, 74’);  

Suplentes: Amir, Bebeto, Edgar Costa, Joel Tagueu;  

Golos: 1-0 Alex Telles (57’, g.p.), 2-0 Éder Militão (72’),  3-0 Brahimi (89’);  

Disciplina: cartão amarelo a Pepe (45’), João Gamboa (56’) e Getterson (90’); cartão vermelho a Lucas Áfrico (8’);  

Árbitro: João Capela  

ASM

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